22.9.11

Andaman Islands



Escondidas ainda, a 1.200 km da costa indiana, estão as Ilhas Andamão. Elas fazem parte do território das Ilhas Andamão e Nicobar e mesmo suas vizinhas sendo altamente badaladas - as praias da Tailândia -, estas ilhas conseguem manter ainda um número razoavelmente baixo de turistas. O arquipélago conta com 572 ilhas, sendo apenas 36 habitadas e nós, turistas, só podemos visitar algumas destas. Bem poucas mesmo. E dormir, pouquíssimas! Sem falar que a dificuldade para se chegar lá não tem fim. Só há uma maneira: a partir da Índia; melhor ainda, apenas de Chennai ou Calcutá. Há voo diretos para a capital do arquipélago, Port Blair.


Mas não vale só chegar na capital. É preciso ainda pegar um barco e ir conhecer a Ilha Havelock - das poucas as quais estamos autorizados a visitar, esta é uma das mais lindas! E lá, podemos optar, cada um ao seu gosto: um superbangalô, escondido na mata da Praia Sete, a melhor da ilha, ou casinhas de madeira na Praia Cinco, a poucos passos do mar. Acho que as duas estadias são válidas, e, acredite, ambas valem a pena.

    


Bem, como já citei, a Praia Sete é a melhor da ilha. Na alta temporada, ainda é extremamente vazia, o mar é de um azul estonteante, e, em alguns dias de muito vento, as ondas podem ficar mais fortes. Ela já foi eleita pela revista Time, como a melhor praia da Ásia inteira.




E temos a Praia Cinco, perto da vila e dos hotéis, também linda, com as águas mais calmas e mais claras e a areia bem fininha sob os pés.




Não há realmente muito o que fazer. As atividades são meio restritas, mas podemos optar por snorkel e mergulho, que, devido à beleza dos corais do Oceano Índico que banha as praias, não podem ficar fora do passeio.





E podemos também marcar um encontro com Rajan, um elefante que vive nas Ilhas e é o último elefante do mundo que sabe nadar.



O interessante, já que o governo indiano não permite a estadia de estrangeiros por mais de um mês, é ficar duas semanas, mesmo que só para ver, uma vez ao menos, o entardecer cor-de-rosa das praias das Ilhas.





Vamos? ~Ç

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Ideias para uma vida mais feliz [10]

10. Flutue no Ar

As máquinas de voar estão tão sofisticadas e confortáveis que nos esquecemos de como é mágica a sensação de flutuar. Em um balão, é impossível perder essa magia de vista. Ficar pendurado em uma bolha de ar quente aprisionada em tecido colorido, sustentado apenas por uma cesta de vime, nos faz lembrar que não temos asas. Mesmo com sua aparente fragilidade - os passageiros voam em pé -, o balonismo é considerado pela Federação Aeronáutica Internacional o esporte aéreo mais seguro. E também pode ser um passeio turístico diferente, para curtir com amigos, família ou namorado. Para voar em um balão, basta marcar com o piloto - que deve ser certificado pelo Departamento de Aviação Civil (DAC), www.dac.gov.br. E só. "Não há destino certo, a viagem encerra-se em si mesma. E é tranquilo, uma equipe de resgate nos acompanha por terra para assegurar o pouso", diz a piloto paulistana Liliam Damaris Benzi. Se você ainda não se convenceu a embarcar nesta cesta de vime, talvez a descrição de Santos Dumont sobre seu primeiro voo de balão o inspire: "Esse momento imperceptível de marcha possui um sabor infinitamente agradável. A ilusão é absoluta. Acreditar-se-ia não que é o balão que se move, mas que é a terra que foge dele e se abaixa". Então se imagine sobrevoando bem de pertinho a copa das árvores ou a superfície de um lago, quase silenciosamente, ao sabor do vento. Um ponto de vista único.
Helena Artmann




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O Pato

Toquinho e Vinícius de Moraes

   O Pato pateta
        Pintou o caneco
             Surrou a galinha
                  Bateu no marreco
                       Pulou do poleiro
                            No pé do cavalo
                                 Levou um coice
                                      Criou um galo!

   Comeu um pedaço
        De genipapo
             Ficou engasgado
                  Com dor no papo
                       Caiu no poço
                            Quebrou a tigela
                                 Tantas fez o moço
                                      Que foi prá panela...

Quá, quá, quá, quááááá, quááááá, quá...




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22 de Setembro


A maioria das metrópoles padece de excesso de automóveis circulando em suas ruas e avenidas. Congestionamentos infindáveis, fumaça saindo pelos escapamentos, buzinadas e xingamentos: cenas que lamentavelmente fazem parte do dia-a-dia de seus habitantes.

Pessoas x Carros
O Brasil conta hoje com 6,9 habitantes por carro em circulação. E se você achou que tem muito carro em São Paulo (duas pessoas para cada carro), vai ficar surpreso com o indicador de países desenvolvidos.
EUA: 1,2 habitante/carro (1º no ranking mundial)
Japão, Canadá, Espanha, Reino Unido, França e Alemanha: 1,6 habitante/carro
Fonte: Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)

Todo dia 22 de setembro, milhões de pessoas ao redor do mundo comemoram 
o Dia Mundial Sem Carro. 

A mobilização é um exercício de reflexão sobre a dependência e o uso (muitas vezes) irracional dos automóveis em nossa sociedade. A idéia principal do dia é fazer com que as pessoas pensem um pouco sobre o estilo de vida que levam, sobre a possibilidade de diminuírem o uso do carro (em face do trânsito pesado enfrentado nas cidades), ou mesmo, se possível, em substituir o possante por outro meio de transporte. A Bicicletada, por exemplo, é um movimento internacional que prega o uso da bicicleta como o principal meio de transporte das pessoas.

O Dia Mundial Sem Carro (no inglês, CarFree Day) foi comemorado pela primeira vez em 1998, em 35 cidades francesas. Com o tempo, a mobilização se estendeu por países europeus, chegando inclusive a outros continentes. No Brasil, o evento ocorreu pela primeira vez em 2001 e, desde então, vem crescendo o número de adesões de municípios.

Campanhas pelo mundo

Criatividade é uma das marcas do Dia Mundial Sem Carro. Aqui alguns dos mais interessantes cartazes de campanha do evento pelo mundo.



E você, vai tirar o carro da garagem hoje?

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21.9.11

The Scientist!





Versão linda, mon amour!! ~Ç

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Innuendo!




Queen+Innuendo.jpg (480×480)









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Ideias para uma vida mais feliz [9]

9. Pratique Cafuné

Aquele gostoso cafuné na cabeça pode ser um santo remédio. E não é só para tratamento capilar, não. Uma boa massagem ou mesmo um afago de levinho na cabeça alivia mau bumor, fadiga e até enxaqueca. É que a cabeça, incluindo a face, tem mais de 70 pontos de acupuntura e é rica em terminações nervosas. O toque com ou sem pressão ali libera endorfina (um analgésico natural, que o próprio corpo produz), acelera a circulação sanguínea, aumenta a temperatura corporal e ajuda a desintoxicar o sistema nervoso. "Por isso tudo, promove a clareza mental e diminui os pensamentos obsessivos", diz a clínica geral e acupunturista carioca Lara Araújo. Associado à meditação, o cafuné ainda fortalece o sistema imunológico e acalma a mente, promovendo a auto-estima, diz Eilean Bentley, especialista em massagem indiana na cabeça e autora do livro Massagem na Cabeça (Editora Manole). "A massagem regular na cabeça também reduz o estresse, a depressão e a agressividade", afirma ela, que aconselha a prática leve. O ideal é que ela seja aplicada por outra pessoa para que o relaxamento seja total. Mas a auto-massagem também surte bons resultados, podendo até substituir um analgésico quando bater a dor de cabeça.
Fernanda Dannemann



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20.9.11

Ideias para uma vida mais feliz [8]

8. Entre Descalço

Tempos atrás, apareceu em exposição uma tal de "casa do futuro". De fato, a construção aparentava inúmeras inovações, umas muito boas, outras nem tanto, entre elas uma espécie de aspirador de pó embutido no rodapé, junto á entrada principal (essa era do rol das boas ideias). Você chega, abre a porta e automaticamente o dispositivo entra em ação, sugando a sujeira que os sapatos trazem da rua (desnecessário discorrer a respeito da quantidade de sujeira e a natureza da sujeira que os sapatos trazem da rua...). Bem, enquanto o futuro não chega, ou no caso de esse aspirador esperto acabar não emplacando, parece muito razoável entrarmos descalços em casa. E não porque se trata de um hábito oriental, ou porque está na moda, mas porque faz todo o sentido do mundo. É um gesto de higiene e também de respeito: nossas casas são mais que abrigos - são templos. E em templos, como sabemos, tira-se o sapato. Pense nisso, experimente.
Otávio Rodrigues



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19.9.11

Ideias para uma vida mais feliz [7]

7. Faça Suas Roupas

Cerzir amizade, costurar confiança e tecer liberdade. É uma trama de valores como esta que sustenta a quase extinta profissão de alfaiate, umas das poucas que ainda permitem proximidade suficiente com o consumidor para que se enxergue a pessoa por trás do cliente e se crie uma peça com seu jeito. E mais: que seja única, com qualidade superior à industrial. No alinhavo do terno, da calça ou do sobretudo, é preciso intimidade, não só com a roupa, mas com o futuro dono dela. No corte são esperados traços de confiabilidade e, nos arremates, fica claro que no trabalho final se produziu muito mais que uma vestimenta. "Com meu alfaiate tenho intimidade de amigo para pedir os detalhes que quero em minhas roupas e ouvir seus conselhos", diz Walmor Hector Bernhardt, de São Francisco de Paula, interior do Rio Grande do Sul. Seu alfaiate, Oidacir Bonn, de 65 anos, costurando desde os 17, resume em duas palavras como ainda não perdeu a clientela para as lojas: respeito e honestidade. "A gente acaba costurando mais do que tecidos. Costuramos histórias de vida."
Naralis Corrêa



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Enquanto isso, na Holanda...


A aventura hoje é na distante Holanda, a tão famosa terra dos tamancos, das tulipas e dos stroopwafels (os típicos waffles holandeses). Ao leste do país, encontra-se a província de Overjissel, e nela, o município de Steenwijkerland. E neste município encontraremos o nosso destino de hoje: Giethoorn. Não! Não tenho ideia da pronúncia de tais nomes, mas todos estão escritos em neerlandês. Aos entendidos, favor ensinar-nos! 'risos'



                             Giethoorn é uma cidade pequenina, e sua grande atração é a ausência de ruas. Isso mesmo! Ela é chamada de "Veneza dos Países Baixos" por seus 7.5 km de canais que cortam a cidade e possibilitam a única - ou, pelo menos, a mais prática - movimentação de veículos aquáticos por aí. As bicicletas ainda tem o luxo de algumas ciclovias e as quase cinquenta pontes de madeira da cidade, mas a dominação por parte das canoas é assustadora.
                             Isso torna o antigo vilarejo um lugar mágico. Meio estacado em algum lugar no passado, vivendo ainda da mentalidade tranquila e pacata, podemos passear em bares, cafés, restaurantes, museus, fazendas antigas, ou apenas, passear. A cidade é toda florida e possui uma beleza exclusiva, o que nos dará uma caminhada inesquecível. De barquinho.
                             O custo de vida por lá é altíssimo, mas para nós, "passeantes", isso é o de menos. Ao som da música holandesa, Overjissel é um roteiro muito mais que imperdível.

Vamos? ~Ç









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