15.10.11

Gilmour... And a Perfect Sunset.



Instrumentais do Gilmour, pôr-do-sol e mar. Pode ser mais perfeito? ~Ç

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The Dubai Fountain.


A The Dubai Fountain é um dos pontos turísticos de Dubai. Ela é a maior fonte dançante do mundo. Diariamente milhares de pessoas assistem aos shows noturnos. E, muitas vezes, mais de uma vez, pois os shows são sempre diferentes. E o melhor disto tudo é que os shows são totalmente gratuitos!

Está localizada entre o The Dubai Mall, maior shopping do mundo, e o Burj Khalifa, maior prédio do mundo. A fonte tem 275 metros de comprimento, 6.600 luzes e 25 projetores coloridos. Os jatos de água vão a uma altura de 150 metros, o que equivale a um prédio de 50 andares.

O projeto foi desenvolvido pela mesma empresa que criou a do Bellagio, em Las Vegas.
Caso queira conhecer este também, 
Basta clicar nos links.

E para ver alguns dos espetáculos da Dubai Fountain, seguem alguns vídeos: 









Somente lá de cima do Burj Khalifa conseguimos ter uma dimensão de tamanho.

O maior prédio do mundo, durante o show, fica com a iluminação reduzida.


Bem... Quer uma dica? Escolha um dos inúmeros restaurantes para assistir ao show. Na região existem diversos bares e restaurantes, que são uma boa opção para antes, durante ou depois do show.
Fonte: Falando de Viagem - The Dubai Fountain


Divirtam-se! ~Ç

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14.10.11

Ideias para uma vida mais feliz [32]

32. Plante Uma Arvorezinha

Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Está cada vez mais difícil cumprir com essa conhecida missão de todo homem. Afinal, com casas e apartamentos cada vez menores, dá até para cultivar uma samambaia, mas cadê espaço para plantar uma árvore? A resposta está no bonsai, a natureza em miniatura. A ideia da arvorezinha caseira surgiu há mais de 2 mil anos, no Oriente. Os chineses enxergavam nas montanhas o ponto de encontro entre o homem e Deus e, a fim de manter a presença divina por perto, levavam para casa pequenas árvores daquelas montanhas. Mas foram os japoneses que aprofundaram a técnica do bonsai (que significa "bandeja com plantas") e fizeram disso uma manifestação artística. Apesar de pequena, a arvorezinha cumpre perfeitamente o papel de legar uma herança: um bonsai chega a viver centenas de anos, unindo gerações ao ser passado de pai para filho. Dos galhos de um bonsai frutífero pende ainda outra surpresa: as frutas são geradas em tamanho natural, sejam elas pequenas jabuticabas, sejam mangas bojudas. Depois só faltam o livro e o filho.
Luciana Farnesi



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As 10 Cidades Perdidas... Redescobertas.


Os seres humanos tem mania de imaginar o passado como “maior” que o presente; isso porque nos parece que os antigos tinham algum conhecimento que nós perdemos. Tal ideia é reacendida por descobertas arqueológicas esplêndidas de cidades importantes que ninguém sabia que existiam antes.
Cidades sempre caíram em desuso por uma variedade de razões, e sem uma população residente, ficaram perdidas na história por séculos até serem redescobertas. Confira essa lista que se concentra em cidades que foram abandonadas, esquecidas e redescobertas mais tarde:


1 – PAvlopetri – gréciA
Sempre que cidades perdidas são discutidas, Atlântida vem à mente. Embora não haja uma forte evidência de que Atlântida realmente existiu, além do conto alegórico de Platão, muitas cidades sofreram o destino suposto de Atlântida: ser engolida pelo mar.
2 – PALÁCIO CLIFF – EUA
O povo Pueblo, nativos americanos do sudoeste dos EUA, são nomeados pelas aldeias (Pueblos) que construíram. Embora existam comunidades pueblos ainda hoje, o Anasazi, uma sociedade pluebo antiga, floresceu entre 900 e 1200 d.C.
“Cliff Palace” (Palácio Cliff) foi construído nesta época de ouro dos Anasazi; a maioria dos edifícios é datado de 1.200 d.C. A ocupação do local foi de curta duração e abandonada por volta de 1.300 d.C. Ele permaneceu desconhecido no deserto até 1888.
O nome do local é meio equívoco, já que é mais como uma aldeia do que o que nós entendemos como um palácio. Embora a razão para o abandono da área não seja certo, a teoria amplamente aceita é que a primeira das grandes secas, que tem sido associada ao colapso da idade de ouro Anasazi, interrompeu a agricultura em toda a região.
3 – AKROTIRI – SANTORINI
A civilização minóica de Creta é nomeada em homenagem ao mítico rei Minos, construtor do labirinto. Há pouco material escrito da civilização, então não sabemos como eles chamavam a si mesmos. A civilização inteira foi esquecida até a virada do século 20. Com a descoberta do grande palácio de Cnossos, as glórias dos minóicos foram redescobertas.
Mas, em vez do conhecido Cnossos, nessa lista está um posto avançado dessa civilização, Akrotiri, que fica na ilha de Santorini. Santorini, ou Thera, é a casa do vulcão Thera. Pensa-se agora que a explosão de Thera, por volta de 1.600 a.C., uma das maiores erupções na história, provocou o colapso do império. A descoberta de Akrotiri, em 1967, trouxe à luz frescos excepcionalmente bem preservados, casas de até três andares, e um complexo planejamento. O sistema de abastecimento de água sugere que o povo de Akrotiri tinha acesso a água corrente quente e fria, com a água quente fornecida pelo vulcão que os destruiu.
4 – TIKAL – GUATEMALA
A cidade maia de Tikal foi a capital de um reino maia e uma grande cidade do Novo Mundo. O local foi ocupado entre 200 e 900 d.C. Graças à preservação quase perfeita da cidade, se sabe muito sobre a grandeza de Tikal no seu auge, assim como os reis poderosos que governaram lá.
Enquanto o local é, por vezes – como outras ruínas do Novo Mundo – listado como “misteriosamente” abandonado, pesquisas mostram que a terra não poderia suportar o grande número de pessoas reunidas lá. O abandono ocorreu ao longo de vários anos, e a cidade foi deixada para as selvas.
Parece, no entanto, que alguns moradores sabiam da sua existência durante esses anos, e rumores de uma cidade perdida na área persistiram. A primeira expedição organizada a cidade ocorreu em 1848. O que eles encontraram foi um dos maiores sites de sobreviventes do Novo Mundo. Existem pirâmides de até 70 metros de altura, palácios reais, monumentos e uma arena para jogar um jogo de bola maia.
5 – TIMGAD – ARGÉLIA
Timgad é a cidade perdida arquetípica das histórias de aventura. No passado uma cidade vibrante, fundada no deserto por ordem do imperador Trajano, sobreviveu às revoltas do império e cresceu a uma cidade de comércio de grande porte.
No século 5, renasceu como um centro da vida cristã. No século 7, vândalos levaram ao completo abandono da cidade. Nisso, as areias do Saara cobriram o local e o preservaram até sua redescoberta, em 1881. Agora, as ruínas da cidade dão um insight brilhante sobre cidades romanas das províncias africanas. As ruas seguem um design perfeito, como seria de esperar de uma cidade construída sob encomenda. Hoje, pode-se ver o arco de Trajano, os locais de banhos e o templo de Júpiter. O templo é tão grande quanto o panteão em Roma, mostrando a importância da cidade. No fórum, lê-se a inscrição: “Para caçar, tomar banho, jogar e rir. Esta é a vida!”.
6 – MACHU PICCHU – PERU
Nenhuma lista de cidades perdidas está completa sem Machu Picchu. Esta cidade inca fica em um pico nos Andes. Foi apenas habitada por um curto período de tempo, de 1450 a 1572 d.C., antes de ser abandonada como resultado da conquista espanhola da América do Sul.
Como os espanhóis nunca encontraram a cidade, e moradores não revelaram a sua localização, Machu Picchu só chamou a atenção do Ocidente no início do século 20. Ainda há debate sobre a “função” de Machu Picchu: seria um retiro real, um santuário religioso?
Hoje, é fácil chegar até lá, com ônibus e trens regulares. Isto levou a preocupações sobre a sustentabilidade de um grande número de visitantes, no entanto, dadas as vistas maravilhosas e as ruínas esplêndidas, não dá pra deixar de ir até a região.
7 – MOHENJO-DARO – PAQUISTÃO
Junto com as civilizações egípcia e mesopotâmica, a civilização do Vale do Indo é considerada uma das mais antigas do mundo. A civilização do Vale do Indo atingiu o seu pico cerca de 2000 a.C., embora seja consideravelmente mais velha.
Ciência, comércio, artesanato, religião e agricultura progrediram notavelmente. A natureza avançada desta civilização pode ser vista em Mohenjo-daro, com as suas ruas ordenadas e sistema de drenagem. Ao contrário de outros locais desta lista, não há palácio ou complexo, ou templo. Isso levou alguns a considerar a civilização do Vale do Indo como igualitária, no entanto sabemos muito pouco das pessoas que viviam em Mohenjo-daro, de modo que tal declaração não é definitiva. A inundação parece ter destruído a cidade, e novas cidades foram construídas diretamente sobre as ruínas. O que causou seu abandono final não é claro, mas ocorreu por volta de 1800 a.C. Mohenjo-daro só foi redescoberta em 1922.
8 – PETRA – JORDÂNIA
A inclusão de Petra nessa lista pode se provar controversa, já que se pode questionar se estava realmente perdida. Foi certamente abandonada, mas pode ter sido muito bem conhecida pelos locais.
De qualquer forma, ela foi perdida do conhecimento ocidental por pelo menos mil anos. Ela foi levada para o domínio romano em 103 d.C. A cidade floresceu no deserto até que um terremoto destruiu seu sistema de água vital. Com outras cidades disponíveis, pareceu mais fácil simplesmente abandonar o local do que o reconstruir.
A partir de então, o local foi deixado pelo deserto, atraindo apenas viajantes curiosos e ladrões de túmulos. Agora, é um dos grandes sites arqueológicos no Oriente Médio. A cidade é meia construída, meia esculpida nas rochas vermelhas das colinas que habita. A arquitetura é uma fusão de nabateu, romano, grego e nativo.
9 – TRÓIA – TURQUIA
“Cante, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu”. Assim começa a Ilíada de Homero, o texto fundamental da literatura ocidental. Por toda a importância colocada na Ilíada, foi por muito tempo pensado que Tróia era tão mítica quanto Atlântida.
Então, em 1871, um classicista autodidata, Heinrich Schliemann, financiou uma escavação em uma colina em Hissarlik. Lá, onde em tempos antigos uma cidade chamada Ilium (assim Ilíada) tinha estado, eles descobriram enormes muralhas defensivas do tipo descrito por Homero.
Bem como as muralhas de Tróia, Schliemann descobriu joias de ouro que mostrou como as joias de Helena. Este tesouro que se pensava perdido após a Segunda Guerra Mundial foi, de fato, saqueado pelos soviéticos e pode ser encontrado no museu Pushkin.
Escavações modernas do local revelam que a cidade era grande, grande o suficiente para ser a base da lenda antiga. Eles também descobriram que foi fundada por volta de 3000 a.C. e destruída várias vezes. Cada nova cidade foi construída sobre as ruínas da passada. Há um intenso debate sobre qual destas camadas pode se relacionar com a cidade sitiada pelos gregos. Curiosamente, as paredes poderosas da cidade teriam muito superado qualquer armamento de cerco disponível por atacantes – isso é o que a Ilíada descreve, e explica a necessidade de trapaças como o cavalo de Tróia.
10 – POMPÉIA E HERCULANO – ITÁLIA
“Havia alguns com tanto medo da morte, que rezavam para morrer”. Isso escreveu Plínio, o Jovem, sobre a erupção do Monte Vesúvio em 79 d.C.
Seu tio, o grande ancião Plínio, tinha tomado a frota romana em toda a baía de Nápoles para resgatar as pessoas presas no sopé do vulcão. A expedição custaria a Plínio, o Velho, sua vida, conforme as cidades de Pompéia e Herculano foram sufocadas em cinzas.
As cinzas, que destruíram tantas vidas, perfeitamente preservaram as duas cidades por 1.700 anos. Enquanto muitas vezes nós pensamos nos antigos romanos como um povo habitando um mundo perfeito de mármore branco, Pompéia revela uma cidade real, com muitas características que reconheceríamos hoje.
Slogans políticos são pintados nas paredes – “Vote para Sabino Popídio Lucius!” – e há grafites nas paredes dos banheiros. Um mural mostra um motim que ocorreu ao redor do anfiteatro na cidade. Ela tem sido uma mina de ouro para os arqueólogos e é um local turístico. Ao contrário de outras cidades, aqui você ainda pode ver alguns de seus habitantes; pontilhados ao longo das ruínas, estão os fantasmas medonhos dos mortos cujos corpos deixaram buracos nas cinzas.


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Moacyr Scliar

MOACYR SCLIAR escreve na coluna da Folha, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas no jornal.

O Dinheiro Como Maldição




Um economista britânico que passou os últimos 18 meses vivendo sem dinheiro está lançando um livro contando a sua experiência (“The Moneyless Man”, O homem sem dinheiro). Mark Boyle, de 31 anos, mudou-se para um trailer e passou a trabalhar três dias por semana em uma fazenda local em troca de um lugar para estacionar o trailer e um pedaço de terra para plantio de subsistência. “Foi o ano mais feliz da minha vida”, disse Boyle, 12 meses depois de começar a experiência, “e não vejo nenhum motivo para voltar a um mundo orientado pelo dinheiro”.




A EXPERIÊNCIA de viver sem dinheiro, além de lhe dar enorme satisfação, tornou-o famoso: uma figura conhecida, invejada. Daí a ideia de escrever um livro. Uma ideia generosa, diga-se de passagem. O que ele pretendia era apenas ensinar às pessoas que se pode, sim, ter uma vida muito boa sem o chamado vil metal.
Não teve a menor dificuldade em encontrar um editor. Em poucas semanas, a obra estava nas vitrines de livrarias fazendo um enorme sucesso. E aí começaram seus problemas.
Meses depois, o editor foi procurá-lo na fazenda em que morava. Estava radiante, o homem. Três edições já se haviam esgotado, e a repercussão com a mídia e com o público era fantástica. Agora queria fazer, como era sua obrigação, o pagamento dos direitos autorais. Para isso tirou do bolso um envelope recheado de cédulas.
O jovem autor olhou para aquilo surpreso e disse que não poderia aceitar o dinheiro. Afinal, ia contra sua filosofia de vida, contra a tese mesmo de seu livro.
De início, o editor pensou que ele estava brincando. Depois, quando viu que o rapaz falava sério, irritou-se: era dono de uma editora tradicional, que sempre pagara seus autores, e não abriria exceção.
O rapaz, por sua vez, também zangou-se: dinheiro ele não queria de jeito algum. O homem poderia fazer com aquela soma o que quisesse, ele não a aceitaria. O editor terminou indo embora, furioso.
Dias depois ele recebeu um aviso do banco: a quantia tinha sido depositada em sua conta. De imediato mandou um e-mail ao gerente, dizendo que estornasse o depósito: era um pagamento indevido.
Passou-se uma semana quando o carteiro lhe entregou um grosso envelope: vinha, claro, da editora, e continha o pagamento, em dinheiro, dos direitos autorais.
E ele foi ao correio, para mandar de volta a grana ao remetente. Lá chegando, deu-se conta de que precisava pagar a postagem. O que, obviamente, não seria problema: bastaria usar uma minúscula fração daquela enorme quantia.
O problema é que isso seria contrariar sua filosofia de vida, seu propósito de mostrar ao mundo que é possível viver sem o vil metal.
Sem saber o que fazer, ele voltou para o trailer e guardou o dinheiro sob o colchão. Espera que alguma solução lhe ocorra, mas enquanto isso tem dormido mal, atormentado por pesadelos. Vê-se rico, muito rico, gastando fortunas com carros, mulheres, roupas caras, banquetes.
Ele sabe qual a causa desses sonhos: é o eflúvio emitido pelo dinheiro sob o colchão. Poderia queimá-lo, claro, e já pensou nisso, mas sabe que, quando acender o fósforo próximo ao monte de cédulas, sua mão tremerá, tremerá tanto que a chama se apagará. E aí ele estará definitivamente perdido.

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O Enigma do Dia É...




Boa sorte. ~Ç

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As cachoeiras mais altas do Mundo! *

Existem milhares de cachoeiras nesse mundo. Temos aquela, do lado de casa, em que se brinca com os amigos no fim de semana; aquela perto de alguma aldeia esquecida pela urbanização; temos as cachoeiras não descobertas em alguma das poucas matas ainda preservadas; e temos aquelas, as celebridades universais. Falemos destas hoje: as cinco cachoeiras mais altas do mundo. 

Em 5º lugar, fica a Cachoeira Yumbilla, no Peru. A altura da cachoeira é algo polêmico - o Instituto Nacional Geográfico do Peru diz que Yumbilla tem 895,4 metros, mas outras fontes dizem que ela é um pouco menor - 870 metros [fonte: World Waterfall Database]. Mas qualquer uma das duas alturas ainda a colocam na frente da sexta colocada, a Vinnufossen, localizada na Noruega. Ao lado de Gocta e Chinata, ela integra o grupo de cachoeiras peruanas na região amazônica e o Ministério de Turismo do Peru já preparou tours de dois dias para visitação.



Em 4º lugar, fica a Cachoeira Olo´upena, nos EUA, mais precisamente na ilha havaiana de Molokai. O volume de água da Olo'upena é mínimo - na realidade, ela é extremamente fina e poderia ser classificada como uma cachoeira fita -, mas isso é compensado pela altura esmagadora de 900 metros. Localizada entre enormes montanhas, a cachoeira merece uma visita.



Em 3º lugar, por uma coincidência, fica a Cataratas las Tres Hermanas, também no Peru, só que na região de Ayacucho. A cachoeira é chamada de Tres Hermanas porque possui três quedas separadas. Duas das quedas de cima são visíveis do ar, e a água cai em uma bacia ampla, de onde a terceira queda emerge. As três quedas, completamente cercadas pela floresta, chegam a altura total de 914 metros, dando as Tres Hermanas a medalha de bronze.



Em 2º lugar, fica a Cachoeira Tugela, na África do Sul, especificamente na província de KwaZulu-Natal. Com uma altura total de 948 metros, no parque nacional Royal Natal, ela consiste de uma queda em cinco camadas, e, diferente das três anteriores, é fácil de visitar. Você pode chegar ao topo da montanha Drakensberg depois de cinco horas de caminhada do estacionamento mais próximo, ou você pode chegar ao pé da cachoeira depois de uma caminhada relativamente curta de cerca de 8 km do parque Royal Natal.



E, no topo da lista, com a medalha de ouro, fica Salto Ángel, na Venezuela. Com seus impressionantes 979 metros, a cachoeira tem 400 m de cascatas inclinadas - a maior queda sem interrupções do mundo -, seguidas de uma queda menor de 30 metros. Só então a água despenda 807 metros a partir de um platô achatado conhecido como Auyan-Tepui (Montanha do Diabo). A área que cerca Salto Ángel é conhecida por sua beleza particular - uma miríade de plantas e flores fica perto do platô, incluindo a lantana amarela e laranja, a quaresmeira violeta, a mimosa cor-de-rosa e muitos tipos de orquídeas e bromélias. Até o clima perto de Auyan-Tepui é afetado pela Salto Ángel. Devido à enorme altura da queda, rajadas de vento criam uma neblina massiva e espalham gotículas de água em torno do platô, e as chuvas misturadas com a cascata de água podem criar quedas extras da cachoeira. Simplesmente linda.


Fonte: HSW.




* Explorando o cenário de Salto Ángel, a Pixar lança nos cinemas Up! Altas Aventuras. Enjoy. ~Ç




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13.10.11

Stay The Night.

James Blunt

"... There's nowhere else to go
I hope that you'll stay the night!"


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Minhas Flores. ~Ç







Veja o post completo aqui! 
~Ç

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Ideias para uma vida mais feliz [31]

31. Exercite-se ao Ar Livre

O homem primitivo era um atleta. Corria para escapar dos predadores, subia em árvores, lutava com animais para garantir o jantar e construía ele mesmo as próprias ferramentas. A natureza era sua academia. Mas a vida na civilização separou a atividade física das necessidades básicas de sobrevivência. Apartado da natureza, o homem moderno inventou esteiras rolantes e bicicletas ergométricas. O problema é que, sem paisagem nem horizonte, se exercitar ficou chato. "Nos anos 90 as pessoas começaram a usar parques e praias das grandes cidades para fazer atividades físicas, sob a orientação de personal trainers", lembra o professor de educação física Danilo Balu, proprietário da Ação Total, academia paulistana que funciona a céu aberto em lugares públicos. O formato se espalhou pelo país. O treino geralmente inclui alongamento, corrida e exercícios com o peso do próprio corpo (ou o do colega). Além do ar puro e o cheiro do verde, a claridade natural melhora o humor e ativa a absorção de cálcio pelos ossos. "E nada como correr e sair do lugar", brinca Alexandre Lopes, que adora treinar entre as árvores do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, ao pôr-do-sol. Como nossos ancestrais, ele se exercita quase sem perceber.
Leandro Quintanilha



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