“Do caos confuso dessa idéia, germina no espírito de Tereza uma idéia blasfematória da qual ela não consegue se desvencilhar: o amor que a liga a Karenin é melhor que o amor entre ela e Tomas. Melhor, mas não maior. Tereza não quer acusar ninguém, nem ela, nem Tomas, não quer afirmar que poderiam se amar mais. Parece-lhe apenas que o casal é criado de forma tal que o amor do homem e da mulher é a priori de uma natureza inferior ao que pode existir (pelo menos na melhor de suas versões) entre um homem e um cachorro – esta coisa estranha da história do homem, que o Criador certamente não previu.
É um amor desinteressado: Tereza não pretende nada de Karenin. Nem mesmo amor ela exige. Nunca precisou fazer as perguntas que atormentam os casais humanos: será que ele me ama? será que gosta mais de mim do que eu dele? terá gostado de alguém mais do que de mim? Todas essas perguntas que interrogam o amor, o avaliam, o investigam, o examinam, será que não ameaçam destruí-lo no próprio embrião? Se somos incapazes de amar, talvez sejaporque desejamos ser amados, quer dizer, queremos alguma coisa do outro (o amor), em vez de chegar a ele sem reivindicações, desejando apenas sua simples presença.”
O terceiro filme do Batman dirigido por Christopher Nolan promete ser o melhor da franquia. E não posso negar que o desfecho da trilogia foi grandioso. O diretor trabalha pela quarta vez com Christian Bale, o Batman/Bruce Wayne. As anteriores foram Batman Begins (2005), O Grande Truque (2006) e Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008). E com Michael Caine, o amado Alfred, Christopher Nolan celebra o quinto projeto. Os outros foram Batman Begins (2005), O Grande Truque (2006), Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008) e A Origem (2010).
Gary Oldman e Morgan Freeman também tem seu espaço garantido no enredo, que se desenrola oito anos após os eventos ocorridos em The Dark Knight. Aparecem na trama os vilões principais dos quadrinhos, a Mulher-Gato/Selina Kyle e Bane, interpretados respectivamente por Anne Hathaway e Tom Hardy.
Quanto as filmagens, estas ocorreram em várias partes do mundo, incluindo Índia, Londres,Glasgow, Los Angeles, Nova Iorque e Pittsburgh. Nolan usou câmeras IMAX durante a maior parte das filmagens para otimizar a qualidade da imagem.
Para os interessados na história, o filme traz um novo vilão que pretende cumprir o destino de Ra's Al Ghul e destruir Gotham, uma cidade infestada de corrupção. Com o Batman sendo perseguido pela polícia pela morte de Harvey Dent, há oito anos ele não é visto pelas ruas. Mas agora, ele conhecerá a belíssima Selina Kyle e ressurgirá para salvar Gotham. Não vai faltar ação, suspense ou emoção.
Convido meus leitores a se deliciarem com o último filme da trilogia,
que fecha com estilo a saga deste herói da DC Comics.
Leida (em neerlandês: Leiden, antigamente escrito como Leyden) é uma cidade e comuna neerlandesa localizada na província Holanda do Sul. Conta com 118 070 habitantes, de acordo com o censo de 2006 e é a quinta cidade mais populosa da província. A cidade faz parte da conurbação Randstad.
A cidade é famosa pela sua universidade, museus e sua gloriosa história. O espírito da Era de Ouro vive em Leida, o lugar onde nasceu Rembrandt e que inspirou diversos outros pintores. E mesmo depois dessa Era, a cidade continuou a atrair cientistas, artistas e indústrias. Os canais, os prédios históricos, os tesouros de conhecimento, cultura e ciência: Leida vale uma visita.
A cidade, no final do século 15, era a maior da Holanda. Mas o século 16 trouxe a perseguição aos protestantes e, mesmo com resistência, a dominação espanhola sobre a população da cidade. Leida sobreviveu a fome e doenças e conseguiu expulsar as tropas espanholas em 3 de outubro de 1574. Conhecido como 'the Relief of Leyden', o dia ainda é comemorado em uma grande festa. A cidade também ganhou como recompensa da vitória contra os espanhóis a sua Universidade. Foi então que Leida prosperou e sua indústria renasceu com novos produtos, técnicas, capital e trabalhadores dedicados. O século 18 trouxe novas dificuldades, como a guerra orquestrada por Napoleão e uma catástrofe que matou pelo menos 160 pessoas, quando um navio com explosivos explodiu. A cidade começou a se recuperar depois de 1815. Leida aumentou sua população e cresceu, diversificou sua indústria, novos setores emergiram, o final do século 20 trouxe uma transformação imensa na cidade: as indústrias começaram a desaparecer e a taxa de desemprego aumentou, mas diversas companias de alta tecnologia fizeram um investimento na população. Hoje, Leida tem uma taxa de desemprego baixíssima e uma das mais educadas populações da Holanda. Leida se tornou uma beleza histórica e cultural. O centro da cidade foi restaurado, e os monumentos e museus ainda atraem muitos turistas que apreciam o charme único de Leida.
Falando em museus, são três museus nacionais dentre muitos outros, e a maior parte deles não fica a mais de 15 minutos da estação central. Leida possui o Museu Nacional de Antiguidades, Museu Nacional de Etinologia e o Museu Nacional de História Natural. Há também o jardim botânico que é parte da Universidade. Ah sim! Dê uma passada no Museu dos Moinhos de Vento, suba as escadas de um deles e aproveite a vista da cidade de Leida.
Aconselho meus leitores a conhecerem também o castelo de Leida, um lugar simplesmente maravilhoso e que proporciona uma vista magnífica da cidade.
Museu Nacional de Antiguidades
Museu Nacional de Etinologia
Museu Nacional de História Natural
Jardim Botânico
Windmill
O Castelo de Leida
Uma curiosidade: sabia que a cidade de Leida está decorada com 'Wall Poems', são poesias de diversas partes do mundo escritas em muros da cidade, parte de um projeto iniciado em 1992 com o poema da russa Marina Tsvetajeva. Foi o poema que iniciou a série que só se completou em 2005. Colocar os poemas e poesias nos muros foi uma iniciativa privada da fundação 'Tegen-Beeld' de Ben Walenkamp e Jan-Willem Bruins.
E para finalizar, como deixar meu leitores sem Queen? Nossa banda favorita tocou em Leida diversas, como em 1982, 1984 e 1986. Fez três shows lá na Magic Tour (1986), nos dias 11, 12 e 19 de junho. Os três shows foram EXCELENTES, com as melhores performances de diversas músicas na tour:
A melhor versão de Tear It Up
Uma das melhores versões de A Kind Of Magic
Uma das melhores versões de Who Wants To Live Forever
A melhor versão de Bohemian Rhapsody da Magic Tour
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão 2012 que acontecem em Londres veio acompanhada de Eclipse, música que fecha o álbum The Dark Side of The Moon, da banda inglesa Pink Floyd. Impossível não se emocionar. ~Ç
Walking down the levee with my head hangin' low
Looking for my mama but she ain't here no more
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
She won't cook my dinner, won't wash my clothes Won't do nothing but walk the road
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
My breakfast on the table and my coffee's getting cold
And mama's in the kitchen getting a sweet papa talk
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
Sometimes I think my baby's too good to die Sometimes I think she should be buried alive
Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
I wish I had a nickel, I wish I had a dime I wish I hadn't give myself a fabulous timeBaby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
Look at you mama, see what you got it done
You got my money now you broke and run Baby you don't know, you don't know my mind
When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying
You made me get mad and you made me get sad Going get tougher than you have ever had Baby you don't know, you don't know my mind When you see me laughing, I'm laughing just to keep from crying.
Cerca de grandes muros quem te sonhas. Depois, onde é visível o jardim Através do portão de grade dada, Põe quantas flores são as mais risonhas, Para que te conheçam só assim. Onde ninguém o vir não ponhas nada.
Faze canteiros como os que outros têm, Onde os olhares possam entrever O teu jardim com lho vais mostrar. Mas onde és teu, e nunca o vê ninguém, Deixa as flores que vêm do chão crescer E deixa as ervas naturais medrar.
Faze de ti um duplo ser guardado; E que ninguém, que veja e fite, possa Saber mais que um jardim de quem tu és - Um jardim ostensivo e reservado, Por trás do qual a flor nativa roça A erva tão pobre que nem tu a vês...
Hoje é o dia: não faltam comemorações! Vamos por partes...
Os aniversariantes: Alexandre, o Grande - o rei da Macedônia e o mais célebre conquistador do mundo antigo;
Um músico mexicano admirável, presente em diversos post deste site, Carlos Santana; e Alberto Santos Dumont, o brasileiro considerado inventor do dirigível, do avião e do ultraleve. (E o homenageado no doodle de hoje)
Quanto aos fatos históricos:
Há 115 anos, a Academia Brasileira de Letras realizava sua sessão inaugural; e
Há 43 anos, a Apollo 11 pousou na Lua, fazendo de Neil Armstrong e Edwin Aldrin os primeiros homens a pisar na superfície do satélite.
É ou não é um dia de comemoração?
Para Alexandre, o Grande
Alberto Santos Dumont
Sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro
Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar. É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha, de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como "este foi difícil"
"prateou no ar dando rabanadas"
e faz o gesto com a mão. O silêncio de quando nos vimos a primeira vez atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.
Preikestolen, "Pedra do Púlpito", é um rochedo íngreme de 604 metros sobre o fiorde Lysefjorden em Stavanger na Noruega. O topo do rochedo tem aproximadamente 25 metros de largura por 25 metros de comprimento. A Pedra do Púlpito é hoje uma das atrações turísticas naturais mais visitadas da Noruega. A trilha para a chegada ao Preikestolen é bastante íngreme em alguns lugares e começa num albergue à aproximadamente 270 metros acima do nível do mar até alcançar os 604 metros. A caminhada de 3.8 km, subindo 334 metros, dura em média duas cansativas horas fartamente recompensada com a maravilhosa vista do platô.
Não há nada melhor do que passar o final de semana debaixo da coberta e assistir aqueles filmes que estão em alguma lista de muito tempo atrás. Este sábado veio acompanhado de Rain Man, e domingo, Amistad. Não me arrependi de nenhum deles. O primeiro conta com a atuação excepcional de Tom Cruise e Dustin Hoffman, que nunca me decepciona. Já o segundo, dirigido pelo Spielberg e belissimamente interpretado pelos talentosos Morgan Freeman e Anthony Hopkins. Crieo que meus leitores também iriam gostar de assistir a ambos os filmes.
Rain Man é um filme de 1988, que conta a história de Charlie Babbitt (Tom Cruise), um jovem irresponsável e ganancioso, que fica sabendo que seu pai faleceu. Ele e o pai nunca se deram bem, e Charlie descobre que em seu testamento, o pai deixou para ele seu carro, um Buick 1949, e suas roseiras premiadas, sendo que o resto do patrimônio, no valor de três milhões de dólares, fica para um beneficiário. Curioso, Charlie descobre quem é o beneficiário, e acaba por conhecer, depois de anos, o seu irmão mais velho, Raymond (Dustin Hoffman). Seu irmão é autista, e mesmo podendo calcular problemas matemáticos complicados com velocidade e precisão, ele jamais entenderia a quantidade de dinheiro que havia herdado. Isso leva Charlie a sequestrar seu irmão da instituição na qual ele estava internado, planejando exigir metade do dinheiro da herança, mesmo que para isto tenha que ir aos tribunais. Com o intuito de levar Raymond até Los Angeles, onde Charlie vive, os dois irmãos seguem em uma viagem de seis dias cheia de imprevistos e aventuras, a qual fará os dois se compreenderem e finalmente se tornarem uma família.
Já Amistad é um filme de 1997, que começa na Costa de Cuba em 1839, quando dezenas de escravos negros se libertam e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles são obrigados a confiar o comando do navio a dois tripulantes, sonhando que irão retornar a África. Mas são traídos e, dois meses depois, são capturados por um navio americano. Os africanos são inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso vai tomando novas formas e o presidente americano Martin Van Buren (Nigel Hawthorn) tenta condenar os escravos, agradando aos estados do sul e fortalecendo os laços com a Espanha, visto que a jovem Rainha Isabella II (Anna Paquin) alega que os escravos e o navio são sua propriedade e devem ser devolvidos. Quando isso não acontece e os abolicionistas ganham espaço, o governo apela e a causa chega a Suprema Corte Americana. Dentro deste cenário, o ex-presidente John Quincy Adams (Anthony Hopkins), um abolicionista não-assumido, deixa sua aposentadoria voluntária e defende os africanos, finalizando o filme com um discurso muito mais que emocionante.
Recomendo aos meus leitores os dois dramas que fizeram meu final de semana chuvoso valer a pena. ~Ç
Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a segunda maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da Ilha Sul ao norte da Península de Banks. É a capital da região de Canterbury. Christchurch é considerada a cidade mais inglesa fora da Inglaterra; ela foi planejada em meados do século XVIII como uma cidade modelo. A praça da catedral (Cathedral Square) é o coração da cidade.
A cidade tem fama internacional de Cidade Jardim, e anualmente ocorrem dois grandes festivais de flores, The Festival of Flower de fevereiro e o Ellerslie International Flower Show, que acontece em março. Christchurch deve aos seus fundadores pelo espetacular planejamento dos parques e jardins públicos. Convido os leitores a conhecerem o Parque de Hagley, os jardins botânicos, a Praça Victoria e ao/à Mona Vale.
O Parque de Hagley, para começarmos, é um parque público com 1.61 km², que foi criado em 1855 pelo Governo Provincial. De acordo com um decreto do governo, nessa altura, o Parque de Hagley é "reservado para sempre como parque público, e será aberto para recreação e apreciamento do público". Frequentemente o Parque de Hagley tem sido a localização de grandes reuniões de multidão; aqui se realizaram a Grande Exposição Industrial de 1882 e a Exposição Internacional da Nova Zelândia (1906-1907). Recentemente o parque recebeu vários circos e concertos ao ar-livre. Os jardins botânicos de Christchurch "fazem fronteira" com o Parque de Hagley. Lá se podem encontrar belas flores e árvores de todo o mundo. Os jardins atraem pássaros para o parque, e visitantes frequentemente vem ao parque para observar as plantas e a vida selvagem do parque.
A Praça Victoria foi reprojetada nos anos 80 e hoje é um delicioso parque no centro da cidade e contém um número interessante de objetos e monumentos históricos e contemporâneos. A Praça Victoria 'faz fronteira' no lado norte com o Christchurch Town Hall. O complexo Town Hall inclui três grandes elementos juntos em um prédio, sendo estes: o Auditório, o Teatro James Hay e uma área com sala de estar, um salão para convenções, restaurante e outras utilidades. (Mais Infos: http://christchurchcitylibraries.com/TownHall/).
Mona Vale é uma propriedade rural com uma história que começa em aproximadamente 1850, e hoje pertence à população de Christchurch, depois de inúmeros proprietários que fizeram dos jardins o esplendor que são. Hoje, a propriedade se adaptou ao público e as atrações vão além dos jardins, como por exemplo, o serviço de restaurante que serve chá da manhã e da tarde, bem como almoço, e em dias de bom tempo, é possível sentar-se em mesas em frente a casa, no jardim. Ainda é possível optar pelo piquenique particular, e é por isso que há uma área reservada perto do jardim. Também, durante o verão (entre outubro e abril), Mona Vale oferece passeios ao Rio Avon, que corta o centro da cidade, bem como o Parque de Hagley.
Por tudo isso, recomendo aos meus leitores uma visita à Cidade Jardim, Christchurch. Boa viagem! ~Ç